sábado, abril 29, 2006

Massachussets

Meu Deus. Por que é que a vida as vezes parece que não presta?
Você sai. Fica frustrada pois etá sozinha, toma cerveja e nem o Steinhager parece bom. O que está acontecendo?!
DVD Anos 80 Multishow, um dos meus "tops". Passaram por lá e eu resolvi que tentar te esquecer acaba comigo.
Você finalmente consegue começar a circular pela balada em busca de pessoa-conhecida-perdida. Pensa que, depois de tudo, ele pode te receber com beijos e braços abertos (E eu não sei nem pq to escrevendo sobre isso). Mas, fica frustrada mais uma vez pois viu o que te desagradou e então resolveu ir embora pq a noite já tinha dado.
Foi embora a pé, no sereno das 3 da manhã, chega em casa e só consegue pensar em como vc as vezes pode ser idiota. E com o som do Daniel de fundo. Miserable soundtrack.
No entanto, a noite foi boa. Apesar dos sujeitos feios e indiscretos ficarem te olhando com aquela cara de "me ache sexy", foi bem legal.
Heeeey, eu quero ser seu amigo de novo. Pode ser?
Ele queria algo mais, mas eu disse que (talvez) não. Vai ver desistiu e resolveu se arranjar com outra. Parabéns, man. Sério mesmo. Você sabe que eu te amo, mas tudo bem eu ter ido com expectativas demais e nem ter te puxado prum lado pra conversar. Devia tê-lo feito, mas ele ficava de um lado para o outro, e se eu puxasse? Putz, devia ter puxado. Quem sabe numa próxima.

Heeeey, eu quero ser seu amigo de novo.

domingo, abril 23, 2006

Three Blind Mouses

I wanna know...have you ever seen the rain?

Não, essa música não tem absolutamente nada a ver com o post e apenas me veio à cabeça agora. Pronto.
Na verdade não tem MUUUUUITO pra falar não, sabe...a não ser que eu acabei de voltar de Sampa.
Festa de Bodas de Prata, you know?
Aliás...Bodas de Prata. 25 anos de casado. É ano, viu? Duas pessoas que passaram mais tempo casados do que solteiros. Engraçado. Romântico. Bonito. Exemplo de companheirismo e amor verdadeiro.
Se eu chorei? Quase. Foi muito emocionante, mas prefiro chorar vendo o casamento da minha mamãe. Ô, coisinha bunita! rs
Mas, de resto, eu bebi pouco (=O !!!), comi chocolate e camafeu à rodo, e essa semana, além de voltar pros estudos eu entro num regime, pq as coisas começam a ficar preocupantes. hauhauhauhaua
Brincadeira, mas é bom se cuidar de vez em quando, sabe?

Vamos que vamos que Telê é eterno!!!!!

segunda-feira, abril 10, 2006

Pós-vitória Luxemburguesa.

Fiquei um tanto quanto decepcionada ontem, mas fazer o quê?! Acontece...e o que a gente precisava era de um milagre que intercedesse pela Portuguesa que, mais uma vez, foi rebaixada.
O time jogou muito bem, definiu a partida logo nos 5 primeiros minutos, mas precisava mesmo era dessa ajuda extra lusitana. O elenco do SPFC conseguiu se encontrar e jogou muito mais bola do que na quarta, contra o Chivas. O Danilo havia dito: "tudo é válido nesse jogo". Pois é, meu querido, mas nesse caso, vocês fazerem o seu trabalho não era só o que precisava.
O Santos não ganhava o Paulista há 21 anos...tudo bem eles ganharem esse ano. Mas SÓ ESSE ANO.
As campanhas dos outros times foram relativamente boas. A do SPFC em si, foi de um certo modo, homérica, pois começamos na zona de rebaixamento e no fim do campeonato estávamos na briga pelo título. Outro exemplo, a do Palmeiras. Esse foi um time que eu, particularmente, não ouvia falar já havia algum tempo e acho que ascendeu novamente, e muito bem, nesse campeonato. Mais um time que merece a citação: o Noroeste. Time pequeno e que chegou a "assustar" os grandes clubes pois fez um trabalho ótimo e conseguiu até ser lider da tabela.
Mas, o Paulista acabou, o Santos foi campeão e as outras torcidas odeiam cada vez mais o Luxa. Inclusive (e principalmente) eu.
Já na Libertadores, o negócio é se empenhar. Palmas para o Pauslista de Jundiaí que está se saindo muito bem e palmas também por ter conseguido CHEGAR até a Libertadores!! hehehe.
Liderança de grupo não importa mais, já que o péssimo resultado do último jogo contra o Chivas, acabou por dar a liderança pra eles. A estratégia agora é ganhar todos os jogos e recuperar a invencibilidade...se for possível, e se o Muricy aguentar. Hehehehe.

Fora isso, tudo ok. Na verdade mais ou menos, pq pêlo no peito, galinhagem e se achar a última-bolacha-do-pacote não faz de vocês mais homens, ou mais machos. Pelo amor de Deus, não sejam tão pequenos assim.

quarta-feira, abril 05, 2006

Tá, eu sei que exagerei....esses dois ultimos textos foram meio grandes, mas pelo amor de Deus...não deixem meu blog assim!
Eu já não estou nos meus melhores dias, vendo que o blog está ao relento então não é lá muito animador...A não seu por outras coisas, blogs de outras pessoas...hehe.
Mas, enfim: tudo está indo. Bem, eu não sei. Mal, também não. Só está indo.

segunda-feira, abril 03, 2006

L'amour.

Se me perguntarem se eu acredito no amor, eu respondo sinceramente: sim, e como!
Ele já me decepcionou, ou melhor, agora eu comecei a indagar: se ele aparentemente acabou, te fez sofrer, te levou ao fundo do poço, te deixou na mão, será que era mesmo o amor? Chego à conclusão que não.
O amor só acontece uma vez na vida, e quando acontece, é de verdade. Pode fazer sofrer um pouquinho, mas se não houvesse esse pouquinho, não seria amor; ele perderia toda a sua graça.
Existem vários tipos de amor verdadeiro, mas o que eu falo é o amor-da-vida, o maior deles.
Não sei se acredito em almas predestinadas, mas não tenho dúvidas sobre o amor eterno. E se pensarmos bem, acabamos concluindo (como eu) que esses dois tópicos se relacionam intimamente.
Não há fórmula para o amor, livros de auto-ajuda para encontrar sua metade, planos e simpatias mirabolantes pra conseguir um conforto para o coração. O amor apenas acontece quando você menos espera.
Até para aqueles desacreditados. Eu digo porque já fui um deles, mas que tolice foi a minha em pensar que tinha sido amor!
Eu cheguei até a pensar em desistir, ficar sozinha para o resto da vida: um sonho incorporado com uma roupagem “desquitada”. Foi logo depois disso que justamente apareceu o quê e quem eu menos esperava. Ou esperava por tempos e tempos e só cheguei a essa conclusão agora.
As pessoas confundem os fatos e depois se fazem de desentendidos, não sabem o porquê de terem se magoado. Distribuem “eu te amos” ao vento, sem mesmo terem certeza se realmente amam ou é só paixão. E que fique claro: o amor depende, e vem acoplado à paixão. Só a paixão, avulsa, acaba passando. Ela faz parte, mas sozinha não faz nada a não ser momentos bons. O amor é parte totalitária, conta, mesmo que não achemos, com a paixão, e faz tudo, inclusive e, principalmente, os momentos maravilhosos.
Quando é amor, a gente fica com medo de dizer “eu te amo” pela primeira vez. Ele custa a sair, mas sempre o faz no momento certo. Quando é amor, a gente fica com saudade. Ela esfola e fortalece, porque quando nos vemos, parece que é sempre a primeira vez. Quando é amor, a gente apoia o outro, não importa no quê. Quer mostrar que sempre vai estar lá pra o que for; nem que seja pra uma crise de gastrite. Quando é amor, a gente pensa em mudar de time de futebol. Fica em cima do muro e torce pro time do outro escondido, mesmo falando que o outro time é isso e aquilo...Quando é amor, a gente não cansa. A gente tem disposição pra tudo e principalmente pra ficar deitado, morgando junto. Quando é amor, a gente descobre trocentas razões pra dizer porquê você gosta tanto dele. Coisas pequenas, mas que pra você fazem toda a diferença. Quando é amor, você não quer ficar longe, mas entende que é preciso e que mais tarde vocês não se desgrudarão. Quando é amor, você acredita na intuição, encara as conseqüências de frente, arca com elas, quaisquer forem. Quando é amor, é a coisa mais linda do mundo.
Porque as outras pessoas são as outras pessoas, você as vê, mas quem você realmente enxerga é ele. Porque o sorriso mais bonito que viu, e adora ver, é o dele. Por que você adora o que ele faz e fica de queixo caído toda vez. Porque você fica abismada com tantas coisas em comum e gostos apurados. Porque você morre de rir com ele, com o que ele escreve e diz, e com as caretas que ele faz. Porque você concorda e admira ele em tantas maneiras. Porque ele é o único que te deixa maluca e consegue reverter a situação. Porque você adora os mínimos detalhes, até o jeito como as calças ficam bem nele. Porque você quer dar tudo pra ele, e fazer surpresas, mesmo quando não tem um tostão. Porque você adora ouvir ele falar, e de qualquer coisa (qualquer coisa mesmo...). Porque você só consegue querer ele, só quer ele (e não acha nada ruim!!) e ponto. Porque você se derrete com as coisas que ele fala e fica orgulhosa quando ele é reconhecido, quando ele conclui uma coisa legal ou inicia um projeto “de gente grande”. Porque você fica doida pra pegar (por enquanto)a estrada e ir pra perto dele. Porque o que você deseja mais que tudo no mundo, mais até que ele, é ele mesmo. Porque você não acha uma razão muito concreta pra explicar porque gosta tanto dele, mas só gosta e isso basta.
Realmente, eu gosto de esclarecer as coisas e não deixar nenhuma dúvida, sobre nada. Pode perguntar o que quiser, com você eu sou sincera, mais do que nunca fui, e sou honesta até com (eventuais) mentirinhas-diárias.
Não é e nem há pretensão, mas pra você e com você eu quero ser tudo, fazer tudo, ver tudo, dizer tudo, curtir tudo, experimentar tudo, tirar tudo, observar tudo, beijar tudo, e falar que é tudo meu.
Ambos sabemos, darling.

Mitose Verbal

Estão brotando textos que é uma beleza...hahahaha
vou publicar alguns aqui...=D

É instigante o fato de o pessimismo tomar conta das pessoas numa proporção quase igual ou maior que o otimismo.
Quantas vezes você já ouviu alguém falar: “ah, nem adianta eu tentar. Não vai dar certo, tenho certeza!” ? Garanto que muitas vezes.
Mas, acredito que, a partir desse sentimento, alguém resolveu criar o slogan: “sou brasileiro e não desisto nunca!”. Eu não digo que sou a favor e nem que sou contra, mas não falo isso com freqüência e também não incorporei como lema.
Esse “brasileiro ideal” pode parecer chato para algumas pessoas (eu, por exemplo), um insistente sem vergonha na cara e que, incrível e inacreditavelmente consegue manter o otimismo em toda e qualquer situação. Furo de reportagem: essa pessoa não existe!!!
As pessoas, pelo menos os brasileiros, tratam o pessimismo como uma condição gripal: ele vem, se instala, mas depois vai embora. Não digo que isso seja mal, muito pelo contrário, mas ainda existem aquelas pessoas que, erroneamente, se dizem contaminadas para sempre por esse vírus, ou em outras palavras: incorporam como estilo de vida. Não têm ânimo para nada, nada para eles dá certo, a vida não presta, Deus resolveu implicar com eles, acham que nasceram em uma sexta-feira 13, passaram debaixo de escada, chutaram um gato preto, jogaram pedra na cruz, enfim, dão 1001 razões para o seu azar e, consequentemente, o pessimismo.
É claro que quando a coisa fica feia nós pensamos em desistir, alguns até desistem, e outros “arquivam” para mais tarde tomar a decisão correta.
O pessimismo pode se relacionar com várias coisas, mas é mera criação do psiquê humano. Exemplo: o seu time perdeu um jogo importante. Você vai achar logo que é zica, ou que ele perdeu porque é seu time. Não se afija nem se desespere! É apenas o trabalho do técnico não dando efeito.
Aquela(e) garota(o) não quis nada com você. Logo vem à sua cabeça idéias de profunda e piegas carência afetiva, do tipo: “ninguém me ama, ninguém me quer”. Não diga besteiras! É apenas ele(a) que não soube tirar proveito da situação.
Você não consegue emprego, o dinheiro está acabando e as contas a se acumularem. O desespero bate à sua porta e você pensa em toda e qualquer possível alternativa para conseguir dinheiro. Calma, não faça uma coisa dessas! Logo a situação se agrava e você encontra um motivo plausível para voltar à ativa e, dessa vez com força total.
Ser pessimista não leva a nada. Já esteve na moda, mas hoje é cafona. E esse negócio de moda é complicado, porque tudo que estava esquecido, depois de um tempo volta a ser moda de novo. Um tanto quanto Renascentista, ficar rebuscando as coisas do passado, saias balonê, por exemplo. Talvez o pessimismo já esteve em alta, saiu de campo e agora voltou. Ou vai ver que eu não sei nada sobre moda.